quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Ministério Público da Espanha pede dois anos de prisão de Neymar por corrupção

A Fiscalia da Audiência Nacional da Espanha pediu a prisão do atacante Neymar por dois anos, nesta quarta-feira, por corrupção de negócios, em relação à suposta ilegalidade na transferência do atleta para o Barcelona, em 2013. O jornal espanhol ‘El País” divulgou a informação nesta manhã. 

A decisão do Ministério Público espanhol tem como base uma queixa do fundo de investimento DIS, que detinha 40% dos direitos federativos do craque. Conforme o jornal, na sua declaração, o promotor José Perals pede para que a família de Neymar pague multa de 10 milhões de euros. 

Além disso, o órgão quer uma sentença de cinco anos de prisão para o ex-presidente do Barcelona, Sandro Rosell, pela corrupção e pela fraude. Também solicita uma multa de 8,4 milhões de euros para o clube como uma entidade legal. 

O Ministério Público, que conseguiu reabrir o caso após o juiz José de la Mata o havia arquivado, pediu para encerrar o caso contra o atual presidente do Barça, Josep Maria Bartomeu. 

Nesta quarta-feira, a DIS apresentou sua queixa de acusação e convocou coletiva de imprensa na Espanha para pedir que todos envolvidos sejam presos, incluindo Neymar, Neymar pai, o ex-presidente do Santos, Odilio Rodrigues, e o ex-presidente do Barcelona, Sandro Rosell. 

A empresa pede. no entanto, que Neymar pegue cinco anos de prisão. A DIS alega que a família Neymar agiu de forma corrupta e cobra também indenização ao Barcelona. 

Entenda o caso 

Segundo o jornal espanhol “El País”, o juiz José de la Mata aceitou a ação movida pelo grupo DIS, que acusa tanto o jogador quanto seus pais de corrupção e fraude fiscal por conta da transferência do Santos para o Barcelona, em 2013. 

Na época, o grupo detinha 40% dos direitos federativos do jogador. Por isso, o Ministério Público da Espanha solicitou a reabertura do caso, que havia sido arquivado da esfera criminal em julho. 

O magistrado José de la Mata afirmou em sua decisão que esse contrato “havia alterado o livre mercado de contratação de jogadores, ao impedir que o jogador entrasse no mercado conforme as regras da livre concorrência”. 

Segundo o tribunal, os dirigentes do Barcelona não informaram nem ao Santos, nem ao DIS nem à própria diretoria do clube catalão sobre a contratação. Em julho, o Barcelona chegou a um acordo fiscal para pagar uma multa de 5,5 milhões de euros por ocultar o valor real da compra. 

Inicialmente, o clube disse que o custo tinha sido de 57,1 milhões de euros, mas admitiu posteriormente que a importância chegou perto dos 100 milhões de euros, o que resultou na demissão do então presidente do clube, Sandro Rosell. 

Extra – Globo 
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