domingo, 5 de novembro de 2017

Carona por meio do WhatsApp acaba em um crime TRISTE!

A radiologista de 22 anos foi dada como desaparecida na última quarta-feira (1º) depois que saiu de São José do Rio Preto (SP) com destino a Itapagipe (MG) para encontrar com o namorado, que chegou a alertá-la por mensagem para que tivesse cuidado na viagem. 

O corpo dela foi encontrado em um córrego entre Itapagipe e Frutal na última quinta-feira (2) sem a calça e com a cabeça mergulhada na água. Jhonatan foi preso no dia do crime em São José do Rio Preto e foi identificado como sendo o passageiro da carona. 

Namorado de jovem morta após oferecer carona por WhatsApp alertou por mensagem: 'Cuidado'
A radiologista encontrada morta no Triângulo Mineiro nesta quinta-feira (2) após oferecer carona em publicação no WhatsApp conversou com o namorado horas antes de desaparecer. 

Kelly Cristina Cadamuro, de 22 anos, que inicialmente levaria um casal no percurso entre São Paulo e Minas Gerais, relatou por mensagem enviada pelo aplicativo de bate-papo que apenas o rapaz decidiu viajar. 

No dia seguinte após o desaparecimento, o corpo foi encontrado e três suspeitos da morte presos, entre eles o que estava de carona. Segundo a Polícia Militar, um dos homens confessou ter entrado no grupo de carona com a intenção de assaltar a vítima. 

O namorado da radiologista, o engenheiro civil Marcos Antônio da Silva, de 28 anos, chegou a demonstrar preocupação com a viagem: “Cuidado”, escreveu horas antes do desaparecimento.



Kelly Cristina Cadamuro Não Conseguiu Fugir Por Causa do Cinto de Segurança Revelou o Assassino
Kelly Cristina Cadamuro reagiu a abordagem do assassino e ainda dentro do carro, lutou com ele após levar socos no rosto, abriu a porta do carro, mas não conseguiu sair porque ficou presa pelo cinto de segurança revelou o assassino  

A Jovem de 22 anos que morreu após oferecer uma carona por WhatsApp no interior de São Paulo teve os braços amarrados por uma corda e foi arrastada. 

É o que contou, em depoimento à Polícia Civil de Frutal (MG), o suspeito de roubar e matar a radiologista Kelly Cristina Cadamuro. Jonathan Pereira do Prado, de 33 anos, deve voltar a ser ouvido pela polícia na próxima semana. 

O inquérito sobre o caso tem até 30 dias para ser concluído.   De acordo com o delegado regional, Cézar Felipe Colombari da Silva, Prado disse como premeditou e cometeu o crime ocorrido no Triângulo Mineiro. 
Assassino


O suspeito relatou ter amarrado a vítima após desacordá-la e, apesar do corpo de Kelly ter sido encontrado seminu, afirmou não ter cometido abuso sexual. 

A radiologista Kelly Cristina Cadamuro foi dada como desaparecida na última quarta-feira (1º) depois que saiu de São José do Rio Preto (SP) com destino a Itapagipe (MG) para encontrar com o namorado, que chegou a alertá-la por mensagem para que ela tivesse cuidado na viagem. 

O corpo dela foi encontrado em um córrego entre Itapagipe e Frutal nesta quinta-feira (2) sem a calça e com a cabeça mergulhada na água. A jovem foi enterrada na cidade natal, em Guapiaçu (SP), nesta sexta-feira.   

Dos três detidos ainda durante a noite desta quinta-feira no interior de SP, Prado foi o único levado para Frutal, onde as investigações sobre o crime são conduzidas. Ele foi identificado como sendo o passageiro para quem ela forneceu carona.   

Conforme o delegado regional, o rapaz confessou ter agredido a radiologista e explicou que a jovem ficou seminua porque a calça saiu das pernas enquanto ele a arrastava para o córrego. 

A calça foi encontrada pela polícia a 3 Km do corpo. A declaração de óbito apontou que ela morreu em decorrência de asfixia e estrangulamento. 

"Ele admitiu ter feito uso do WhatsApp para armar o crime. Após marcar a viagem, ele esperou chegar até um trecho sem movimento da rodovia para pedir que ela parasse o carro para ele urinar", explicou. 

Ainda de acordo com a Polícia Civil, o homem relatou que, após a vítima estacionar o carro na estrada, ele começou a dar socos no rosto dela.  "No depoimento, ele diz que ela reagiu e que houve luta corporal forte.

Ela tentou fugir e até chegou a abrir a porta do carro, mas ficou presa pelo cinto de segurança. Após isso, ele a estrangulou, amarrou os braços dela com uma corda que já estava na mochila dele, abandonou o corpo e fugiu com o veículo e os pertences dela, disse o delegado.
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